SERÁ O FIM DA LETRA CURSIVA?

Olá… gente!letra cursiva 2

Será mesmo que teremos o fim da letra cursiva?

Na visão de muitos futurólogos, a letra cursiva pode ter seus dias contados. Com a proliferação e o acesso às tecnologias da informação e comunicação, às redes sociais e aos baixos custos dos equipamentos de informática, a internet passará a ser a grande necessidade do século.

Um recente estudo pela Universidade de Yale demonstrou que a popularização do uso de equipamentos de digitação, notebooks, tablets, e celulares, vem reduzindo cada vez mais o uso da letra cursiva nas escolas americanas, deixando muita gente em pânico.

Assim como muitas outras habilidades, a boa escrita depende da prática. Experimente perguntar isso a Jane Hyatt Yolen, autora e editora de mais de 280 livros, cujas citações mais notáveis incluem: “Exercite o músculo da escrita todos os dias, mesmo que seja somente uma letra, anotação, lista, esboço de personagem ou artigo de jornal. Escritores são como dançarinos, como atletas. Sem exercícios, os músculos travam”.

Entretanto, Andrew Dillon, professor de psicologia da Universidade do Texas, em Austin, também nos Estados Unidos, considera que o ato físico de escrever pode de fato influenciar a capacidade do estudante para criar textos mais longos e profundos.

“O ato de escrita à mão realmente demanda uma atenção ao processo (de escrita)”, disse Dillon. O verdadeiro ato físico de escrever “atrai a atenção, o que significa que o processo de aprendizagem é mais concentrado para a escrita manual do que durante a digitação. Isso é certamente importante na aprendizagem precoce dessa habilidade.”

Nesse sentido, Jocelyn Chadwick, ex-educadora de inglês e atual presidente do Conselho Nacional de Professores de Inglês, adota uma posição mais progressista a respeito de teorias sobre escrita, digitação e ensino de alunos sobre como elaborar um texto.

Para Jocelyn, “Ensinar escrita, como a cursiva, é apenas a parte mecânica”. Acrescenta ainda,  “Se todos nós consideramos escrita como não sendo algo mecânico, mas que nos rodeia o tempo todo, então [escrever] não seria tão assustador quanto fizemos transparecer para os estudantes, com fórmulas de ensaio com cinco parágrafos. ”

Imaginemos uma futura sala de aula onde cada aluno portará seu tablet, no lugar de um caderno. Fácil de imaginar, não? Agora pense nas séries/anos iniciais, quando ocorre a alfabetização. As coisas serão diferentes, não é?

Pedagogos, escritores e psicólogos vêm se posicionando cada vez mais a respeito desse assunto, o que permitirá a inúmeros conteúdos e reflexões.

E você? Até que ponto a escola tem que estar aberta a novas perspectivas e inovações? É a morte da escrita cursiva? Como você se posiciona a respeito do tema?

Deixe seu comentário.

Postado por Michel Assali

 

Para reflexão!

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Pico do Aconcágua – Cordilheira dos Andes

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Mensagens que cada estudante precisa ouvir de você

Olá, gente…teacher-and-student

 

Sabemos que a aprendizagem é um processo de desenvolvimento de longo prazo, onde a presença do professor se faz imprescindível no início da escolaridade, momento onde as relações humanas são fundamentais.

 

Nesse sentido, a relação sujeito e conhecimento são mediados pelas habilidades e competências do trabalho do professor ao promover e fortalecer a construção de um processo contínuo e interativo, onde a atitude de ouvir mais e intervir com estímulos adequados contribuem no desenvolvimento  de uma aprendizagem exitosa.

Seguem abaixo, tipos de mensagens que pode desarmar as relações professor-aluno (ou a escola-aluno) e ajudar a construir relacionamentos duradouros os alunos. O momento é propício para aplicar esse recurso.

 

  1. Não é o quanto você sabe, mas o que você faz com o que você sabe.

Isso é difícil de quebrar a cabeça por aí, mas uma vez que você fizer isso pode mudar tudo.

  1. Eu me importo com você.

E esta sala de aula é um lugar que eu criei para você.

  1. A palavra “inteligente” não significa nada.

Então, você e eu não vamos usá-la mais.

  1. Você pertence.

Você realmente pertence a esse grupo. Aqui, agora, comigo. Eu acredito que você pode fazer grandes coisas, e eu estou aqui para ajudá-lo a fazer isso.

  1. O passado é o passado, hoje é hoje.

Fracassos passados ou erros sumiram. Se o passado é verdadeiramente relevante para hoje, vamos usá-la; caso contrário, vamos esquecê-lo e seguir em frente.

  1. Você é mais do que uma mera nota de pontuação na prova teste ou boletim.

Por uma questão de verdade, você não é essas coisas em tudo.

  1. Você tem que cuidar mais de você do que eu.

Se você realmente se preocupa com a qualidade do que você diz e faz na vida, tudo se torna mais fácil.

  1. Sua única competição será com você mesmo.

Você está em sua própria jornada. Não compare o seu próprio capítulo 2 com  alguém que esteja no capítulo 8.

  1. A aprendizagem deve se fazê-lo sentir bem.

Se isso não acontecer, eu preciso saber.

  1. Os erros nos ajudar a crescer.

Não há problema em falhar. Assumir riscos e cometer erros é aprendizagem. Esta sala de aula aprender com nossos erros.

  1. Eu também sou uma pessoa.

Eu ensino, mas eu sou muito mais parecido com você do que você pensa. Às vezes eu vou cometer erros. Às vezes eu vou precisar da sua ajuda.

  1. Eu sou o seu professor para a vida.

Se você precisar de alguma coisa mais tarde na vida, me procure.

  1. Você é importante.

Pense sempre que o que você vê ouve ou faz pode afetar outros ao seu redor.

  1. Você é capaz de qualquer coisa.

E isso é assustador, então vamos chegar ao topo.

 

Tem mais a acrescentar?

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Postado por Michel Assali

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Feliz Dia do Professor!

Olá…  Gente!Dia do Professor 2

 

Em educação, fala-se muito!

Fala-se de avaliação e nunca sabemos o quanto o trabalho dedicado do professor impacta a vida e os sonhos de uma criança ou jovem;

Fala-se de planejamento e nunca sabemos direito como o professor consegue forças para trabalhar nas adversidades com alegria;

Fala-se de currículo e não sabemos direito de onde vem tanta inspiração e persistência ao trabalho do professor;

Fala-se de aprendizagem e pouco se sabe dos desafios diários e da coragem do professor;

Fala- se de pedagogia e jamais saberemos como surge o amor à profissão de professor;

Fala-se do professor por muitos profissionais que até esquecem que em algum momento da vida dependeram do trabalho paciente do professor.

Falo de professor para professores, de coração para corações.

Parabéns!   Feliz Dia do Professor!

Postado por Michel Assali

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Lidando com pessoas difíceis

Pessoas difíceis

Olá, gente…

Todo e qualquer ambiente de trabalho, conta com a diversidade de pessoas e (graças a Deus) cada uma com sua personalidade, o que garante nossa aprendizagem sobre os relacionamentos pessoais e interpessoais.

Os agrupamentos permitem que desenvolvamos flexibilidade social para lidarmos as pessoas, aprimorando nossos contatos e melhorando nossa convivência social.

Porém, como nem todas as pessoas são como queremos, cedemos um pouco aqui, toleramos ali, e assim vamos construímos nossas relações familiares, matrimoniais, escolares e profissionais.

Mas, por vezes encontramos pessoas muito difíceis de lidar. O que fazer nesses casos?

Bem, não existem fórmulas específicas para essa questão. Alguns autores escrevem sobre o tema, possibilitando reflexões interessantes que possam contribuir com o desenvolvimento das relações sociais.

Com a proposta de oferecer ferramentas que identificam e amenizam atitudes inflexíveis, o livro Como Lidar com Pessoas Difíceis, de Christina Osborne

da série Sucesso Profissional, da Publifolha, indica ao leitor estratégias de abordagens que viabilizam o relacionamento e incentivam a produtividade entre equipe, resolvendo situações conflitantes.

 

Leia abaixo trecho do livro (p.72) que apresenta os motivos que tornam as pessoas difíceis.

“PARA ENFRENTAR PESSOAS DIFÍCEIS

É fundamental permanecer calmo, ouvir com atenção e ser positivo. Seja empático com as pessoas difíceis. Talvez estejam sentindo raiva delas mesmas, não de você. Pense nas palavras que vai usar. Pense numa proporção de 80 para 20, na qual você fala só 20% do tempo.

Descreva a situação como a vê e pergunte a elas se conseguem notar o problema. Em caso negativo, então você não será capaz de mudar até fazê-las ver que existe um problema. Quando chegarem a um consenso, passe às ações combinadas para corrigir ou mudar a situação.

 

PARA SE MANTER SEGURO

O confronto pode provocar uma linguagem emocionada ou mesmo a agressão física de uma pessoa difícil. Também causa reação agressiva ou pouco característica em você. Pense em como você provavelmente reagiria se a pressão aumentasse e preveja o que fará. Atente para a política disciplinar de sua empresa e saiba desempenhar o papel de

representante dela. Mantenha-se imparcial e escute.

Às vezes, escutar é suficiente para ajudar a pessoa a acalmar e começar a pensar com clareza. Se você não entendeu tudo, faça perguntas em tom não ameaçador. Cuidado para que sua linguagem corporal e sua voz não despertem mais agressão.

 

COMO CONVENCER AS PESSOAS A AGIR

Ao enfrentar pessoas difíceis, você está lhes dando um retorno que talvez não queiram escutar. Se não quiserem mudar, colocarão problemas e barreiras como desculpas para evitar a mudança. Ouça os problemas e planeje como serão superados no futuro. Mantenha o questionamento até possuir um plano de ação claro. Focalize suas perguntas para chegar as ações que combinam entre si, de modo a convencer as pessoas a agir.”

 

Tem mais alguma contribuição? Encaminhe para compartilhar.

 

Postado por Michel Assali

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A formação da competência profissonal

Olá, gente…pen ando coffe 1

Em palestras que realizo sobre a formação profissional da docência e gestão educacional, procuro chamar a atenção sobre três fatores que considero essenciais na construção da competência profissional.

O primeiro fator, essencial para qualquer profissão, é a formação acadêmica, ou seja, a competência obtida no interior das escolas e da universidade. A graduação é o primeiro caminho que nos coloca à frente do problema. Aulas presenciais, controle da frequência, avaliação por meio de provas, etc., o conhecimento da ciência e do curso de nosso interesse profissional.

Porém, há que se compreender que a formação acadêmica é apenas uma parte pequena da nossa aprendizagem profissional, com extensos programas muito mais teóricos que práticos, portanto insuficientes para formar a competência profissional.

Isso nos leva ao segundo fator essencial: o trabalho profissional na área de interesse. É no trabalho que colocamos nossa teoria verdadeiramente em ação. O trabalho nos ensina a conhecer a grande diversidade humana. É no trabalho que vivenciamos a realidade das diferenças, seja com alunos, professores, chefes, colegas de trabalhos, pais, políticas educacionais, metodologias, etc. Também é no trabalho que aprendemos a nos conhecer melhor e a aprender a planejar e construir os espaços dos relacionamentos, convivências e a formação da competência profissional.

Todavia, o mundo evolui e sua formação acadêmica após um curto intervalo de tempo já não consegue explicar e se adequar às novas tendências da sociedade. O trabalho pode cair numa rotina que envelhece, ficando cada vez mais obsoleta, com forte tendência a ser “tradicional”.

Nesse momento, é preciso considerar o terceiro fator da formação competente: a atualização de conhecimentos profissionais. Não é mais possível ficar no conforto do diploma da graduação. É preciso se envolver com novos cursos, conhecer tendências, metodologias, teorias, etc. É tempo de aprender. Cursos de pós-graduação, extensão, especialização, ou curso de longa duração latu-sensu ou estrictu-sensu (mestrado ou doutorado). Mesmo assim, é fundamental ampliar e potencializar nossa visão e audição participando em eventos, congressos, seminários, workshops, etc.

É cada vez mais importante conhecer as políticas públicas locais e regionais para compreendê-las, criticá-las e contribuir nas proposições de alternativas viáveis para as comunidades.

Não é mais possível se abster da utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) para formação da competência de qualquer profissional. A infinidade de cursos oferecidos e distribuídos pela internet na forma de educação à distância (EAD) ou outras modalidades, passam a compor uma teia de conhecimentos e relacionamentos que potencializam cada vez mais a formação competência profissional.

Portanto, a formação da competência profissional é algo que te pertence e de sua exclusiva responsabilidade e não da instituição ou organização em que trabalha. Caso venham a oferecer, aproveite, pois a carreira é sua.

Você tem algo a contribuir, encaminhe.

Deixe também seus comentários.

Postado por Michel Assali

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Aprendendo a aprender!

Olá, gente…Aprendendo 2

Recentemente fiz um curso de 30h pelo ambiente do site Coursera, totalmente gratuito, em parceria com a Universidade de San Diego, Califórnia, ministrado pela Dra. Bárbara Oakley, cujo tema é “Aprendendo a aprender” (Learning how to learn).

O estúdio de um dos mais bem-sucedidos cursos online do mundo fica no porão de Barbara e Phil Oakley. É lá que eles gravam o “Learning How to Learn” (Aprendendo a aprender), assistido por mais de 1,8 milhão de estudantes em 200 países – tornando-se, assim, o mais visto da plataforma Coursera. Os vídeos dão dicas práticas para aprender assuntos difíceis, além de indicações para acabar com a procrastinação. As aulas misturam neurociência e senso comum.

O curso foi criado pela Dra. Barbara Oakley, professora de engenharia da Universidade de Oakland, em parceria com Dr. Terrence Sejnowski, neurocientista do Salk Institute.

O “Learning How to Learn” é filmado em um estúdio que custou apenas US$ 5 mil. Seus idealizadores descobriram como montá-lo simplesmente buscaram no Google “como montar um estúdio de fundo verde” e “como montar iluminação para um estúdio”. Phil Oakley opera a câmera e o teleprompter. Barbara Oakley faz a maior parte da edição. O curso é gratuito e também oferecido em Português. Caso queira um certificado emitido pela universidade, terá que desembolsar uma taxa de US$ 49 para a emissão do mesmo.

A Dra. Barbara não é a única pessoa a ensinar como usar ferramentas da neurociência para melhorar o aprendizado, mas sua popularidade é reflexo de da habilidade em apresentar o “conteúdo com uma mensagem de esperança”. Muitos de seus alunos têm entre 25 a 44 anos e estão enfrentando mudanças em suas carreiras, procurando novas formas de aprender para conseguir melhores posições.

As aulas são cheias de metáforas – que ela bem sabe que ajudam a explicar ideias complexas. A prática tem como base a teoria da reutilização neural, que diz que as metáforas usam os circuitos neurais que já existem no cérebro, o que ajuda o aluno a entender novos conceitos de forma mais rápida. Barbara diz acreditar que qualquer um pode se treinar para aprender. “Os estudantes podem olhar para a matemática, por exemplo, e dizer ‘não consigo entender isso, então eu devo ser muito estúpido’, mas dizem isso porque não sabem como o cérebro funciona”, disse ao The New York Times.

Visite o site Coursera , acesse o curso “Aprendendo a aprender” ou “Learning how to learn” e conheça a proposta.

Eu fiz, gostei muito e recomendo. Valeu demais pelas técnicas aplicadas e, principalmente, pela possibilidade da utilização no trabalho docente e pedagógico.

Se tiver comentários, encaminhe para compartilhar.

Postado por Michel Assali

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Certas razões pelas quais as pessoas são omprodutivas no trabalho.

Olá, gente…Distrações no trabalho

Recentemente, o Instituto Gallup, realizou uma pesquisa sobre produtividade nas instituições e anunciou em seus relatórios que apenas 33% dos trabalhadores estão significativamente envolvidos no trabalho. E uma boa parte, que representa 51%, está numa situação de “ativamente desativados”, ou seja, não estão envolvidos. Simplesmente estão lá.

Isso nos leva a evidente percepção que o número de trabalhadores altamente focados é muito baixo com sensíveis impactos na produtividade e no trabalho entregue, fazendo compreender as razões, pelas quais instituições públicas e privadas entregam trabalho ruim ou inadequado.

Veja por exemplo, as reclamações em espaços específicos da internet, onde predominam  empresas de telefonia, eletricidade, cabos, automóveis, entre outras.

Diversas são as razões que as pesquisas apontam com responsáveis por essas e demais  situações de improdutividade, bem como das análises dos especialistas com vistas a alertar as instituições para a superações desses problemas. Destas, cinco razões chamam minha atenção a atenção de forma enfática motivando ao compartilhamento com o leitor, tendo como inspiração o mentor e coach de gestão Michael Hyatt.

Vamos a elas.

  1. Os trabalhadores não são inspirados por seus líderes.

Idealmente, os trabalhadores querem que seus empregos sejam mais do que apenas um salário. Eles querem desempenhar um papel em uma organização que faz uma diferença positiva. Para que eles sejam inspirados, os líderes precisam articular uma visão que eles possam abraçar.

Muitas vezes, isso simplesmente não está acontecendo. De acordo com o instituto Gallup em uma pesquisa americana, apenas 15% dos trabalhadores concordam fortemente que “a liderança de sua organização os torna entusiasmados com o futuro”.

  1. Os trabalhadores não estão recebendo a comunicação que eles precisam.

A inspiração é uma coisa boa, mas também é uma forma de comunicação. E, em muitas situações essa comunicação apresenta carências ou muito ruidosa elevando a desconexão e prejudicando o contexto institucional.

Numa comunicação ruim, a produtividade torna-se ruim, gerando a insatisfação dos envolvidos e piorando o foco no bom trabalho.

  1. Os trabalhadores constantemente sujeitos à distração e divagação.

 

Os atuais ambientes de trabalho vêm se tornando cada vez mais como locais de grande distração e perda do foco em virtude do bombardeio constante de sinais sonoros e vibráteis gerados pelas incessantes notificações dos diferentes dispositivos conectados à internet, sejam na forma de e-mails, mensagens, mídias diversas e etc. Isso sem contar as reuniões para diversas finalidades, que em muitas vezes apresentam resultados aquém do esperado.

Num ambientes assim, a capacidade de trabalhar com foco é muito difícil, exigindo grandes esforços individuais ou coletivos, dificultando a concentração e em especial a criatividade e inovação.

  1. Muitas tarefas atribuídas aos trabalhadores são inadequadas às suas competências.

Um segredo para a produtividade é trabalhar em tarefas onde sua paixão cruza com sua proficiência. Certo!

É inegável que determinadas atividades são mais puxadas em qualquer que seja a atividade.

Mas as instituições não prestam atenção suficiente à paixão e proficiência de seus trabalhadores ao atribuir tarefas. E quando os trabalhadores se concentram em tarefas que consideram uma tortura para a maioria dos seus dias úteis, eles não serão tão engajados ou produtivos quanto  seriam se tivessem envolvidos tarefas mais adequadas.

  1. Os trabalhadores não estão obtendo a flexibilidade que eles desejam.

Demasiados trabalhadores se levantam cedo pela manhã, enfrentam o trânsito ou o transporte até seu trabalho, procuram adequar as horas de almoço para atender compromissos e ainda ficam presos por horas em reuniões e outras coisinhas.

Durante todo o tempo, eles devem estar se perguntando: “Por que eu tenho que estar aqui? O que isso tem a ver com o meu trabalho?”

O lado bom das pesquisas é que, se as empresas e instituições abordarem essas preocupações de forma consistente, poderão pensar em criar políticas de gestão que favoreçam a criação de ambientes de trabalho muito mais produtivos.

Na verdade, Instituto Gallup descobriu que, nas “melhores organizações do mundo”, o envolvimento geral dos funcionários potencialmente pode chegar a 70%, demonstrando que ainda há espaço de desafios da gestão para o aumento da produtividade para além dos 33%.

Essa é a diferença que a liderança efetiva pode fazer.

Tem mais alguma sugestão? Encaminhe para compartilhamento.

Postado por Michel  Assali

 

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Sugestões a fazer com alunos que não prestam atenção à aula

Olá, gente …alunos distraídos

Recentemente, realizei uma palestra numa universidade sobre o tema “gestão da sala de aula” para alunos do último ano do curso de Pedagogia, alguns inclusive já trabalhando como estagiários.

A pergunta que mais ouvi da plateia se referia ao problema da falta de atenção do aluno, o que foi motivo para uma ampla e acalorada discussão.

Sobre essa questão reproduzo abaixo a postagem sobre o assunto no blog que semanalmente escrevo, visando contribuir com o difícil trabalho docente nos dias atuais.

A distração em sala de aula é sem dúvida um dos grandes desafios da docência, motivada por diversos fatores. Desenvolvimento físico e psicossocial, alta produção hormonal, exposição excessiva às mídias e redes sociais, etc., afetam sensivelmente a formação de bons hábitos de estudos e concentração, colocando em risco o processo da aprendizagem.

Lidar com essa situação sem muito preparo tende a conduzir o professor a um desgaste físico e emocional, provocando um estresse precoce da docência com prejuízos à produtividade educacional.

Com o intuito de contribuir para a melhoria do trabalho docente, segue abaixo uma coletânea de atitudes que podem ser realizadas pelo professor visando minimizar esse problema e melhorar o trabalho docente.

O emprego de cada atitude sugerida depende do momento e da carga emocional do professor, levando-se em conta o caráter profissional e os objetivos do trabalho docente.

Vejamos:

1- Acompanhar: Pedir ao aluno repetir apenas o que foi ou acabou de ser dito.

2- Aproximar: Aproxime-se e fique ao lado dele e dirija uma pergunta a outro aluno mais afastado.

3- Expor: Prenda sua atenção, mostrando uma imagem, som, vídeo ou filme.

4- Pensar: Faça uma pausa e pergunte ao aluno se há uma situação problema para resolver dentro daquele conteúdo.

5- Perguntar: Faça uma pergunta desafiadora que leve vários passos para resolver.

6- Agir: Sugira a fazer algo relacionado com o tema.

7- Exemplificar: Estimule a exemplificar algo relacionado ou análogo ao tema tratado.

8- Remover: Tratar e remover a distração. Centralize ou mude o foco.

9- Agrupar: Coloque estudante em grupos para uma atividade.

10- Normatizar: Faça o grupo estabelecer regras ou normas para tempo, convivência e estudos.

11- Controlar: Coloque-o no controle visando fazer cumprir as regras.

12- Deslocar: Atribua funções aos alunos que se deslocam demais.

13- Jogar: Jogue um jogo envolvendo o aluno.

14- Criar: Crie um incentivo para chamar a atenção.

15- Pesquisar: Encaminhe uma pesquisa visando recolher informações.

16- Ensinar: Peça ao aluno ensinar a lição a outro com maior dificuldade.

17- Auxiliar: Peça ao aluno para ajudá-lo em alguma atividade para classe.

18- Ouvir: Instigue o aluno a encontrar uma música relevante e adequada ao tema.

19- Mudar: Mude o aluno de lugar.

20- Reconhecer (sem recompensar): Reconheça e valorize os que prestam atenção.

21- Perguntar: Pergunte por que o aluno não está prestando atenção.

Lembrete:

Alunos envolvidos prestam mais atenção.

Submeta sempre sua aula a uma auto avaliação.

Muitas vezes são os alunos que estão entediados ou a atividade não é lá muito agradável. Reveja o planejamento se for necessário.

Tem outras sugestões? Gostaríamos de aumentar a lista. Se tiver contribuições, encaminhe para compartilhar.

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Postado por Michel Assali

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10 razões pelas quais os alunos não fazem perguntas durante a aula.

Olá, gente…Questão 2

 

É muito comum que ao final de uma aula, uma explanação ou exposição de um assunto, o professor ou palestrante abra um tempo para perguntas dos alunos ou participantes.

Boas perguntas são tão ou mais importantes que as respostas. Veja que toda e qualquer pesquisa tem início por uma pergunta. É a pergunta que mobiliza a ciência e, consequentemente, leva às descobertas, uma vez que a pergunta revela a necessidade da informação e conhecimento.

 

Boa parte dos educadores alega que o diálogo com a classe na condução para boas perguntas dos alunos contribui sensivelmente para a melhoria da qualidade do que é ensinado, além de instigar e desenvolver a habilidade de questionar.

 

Portanto, se você deseja inflamar a curiosidade, provocar o aluno para fazer perguntas é uma excelente estratégia com resultados comprovados, se conduzida de forma eficiente pelo professor.

 

Então por que é tão difícil fazer com que os alunos façam boas perguntas?

 

Este é um problema que desafia os professores desde o início da educação moderna. Todos tiveram a experiência de abrir um tempo para perguntas em classe e ouvir … silêncio.

E este não é apenas um problema limitado às salas de aula físicas, presenciais, pois ocorre também em situações de salas de aula virtuais, on e off line, onde o comportamento do aluno é praticamente o mesmo.

Como resultado, tem havido uma série de pesquisas e reflexões sobre esse tema, muito pertinente ao enriquecimento do trabalho pedagógico.

 

Segue abaixo, um pequeno resumo com 10 motivos mais comumente citados pelos professores para que o aluno não faça perguntas durante a aula.

 

1- Os alunos não entendem porque fazer perguntas é importante.

2- Os alunos precisam de ajuda para formular boas perguntas.

3- Boas perguntas não vêm à mente dos alunos enquanto estão na aula.

4- O aluno não tem curiosidade sobre o assunto e precisa de inspiração.

5- O aluno está tão perdido, eles não sabem por onde começar.

6- O aluno é um introvertido, ou tímido e evita se envolver naturalmente no diálogo.

7- Medo de fazer uma pergunta estúpida e sofrer bullyng.

8- Medo de parecer ridículo por uma pergunta não inteligente.

9- Medo de que sua pergunta estará “matando o tempo” da aula.

10- Não há tempo suficiente na aula para discutir questões abertas.

 

Tem mais alguma sugestão para darmos continuidade ao post?

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Postado por Michel Assali

 

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